O DINHEIRO DA PROSTITUIÇÃO PRIVADA QUE NÃO FECHA A CONTA DO SACRIFÍCIO
Quando o Silêncio é Cúmplice do Tráfico Uma mulher viaja para o Golfo para trabalhar como empregada doméstica. O salário máximo que consegue obter é de 40.000 xelins quenianos por mês. Durante quase 14 meses, metade do seu salário será deduzido para reembolsar os agentes que facilitaram a viagem. Mas quatro meses após chegar ao Golfo, já comprou um iPhone 17 Pro Max. O filho pequeno, deixado aos cuidados dos avós no Quénia, é transferido para uma escola privada. Ao completar um ano no Golfo, comprou um terreno no valor de 2 milhões e começou a construir uma casa para os pais. Com um salário mensal de 40 mil, teria ganho 960 mil xelins em dois anos — assumindo que recebesse o salário integral, sem deduções. Esse dinheiro ainda teria de cobrir despesas pessoais, propinas do filho, sustento dos pais, iPhone, terreno e construção da casa. As contas simplesmente não fecham. Quando se pergunta a essas mulheres como conseguem tanto em apenas dois anos, a resposta é sempre Ni God manze! — ...