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A mostrar mensagens de abril, 2024

Procuramos sempre um herói e deixamos de ser heróis.

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Será que do 'Moçambique em Concerto' teremos os 'Acertos ' certos para este país? Gabriel Júnior, deputado da AR e membro da Frelimo, Apresentador do Moçambique em Concerto.  Enquanto circulávamos de forma insistente a publicação recente do nosso blogue, o Verbalyzador, sobre Rosário Fernandes e interagíamos com leitores que se interessavam em endereçar algumas críticas - tanto negativas, pela indignação com a matéria, quanto positivas em elogios - eis que, do nada, nossa proposta ou desejo é rebatido de dentro da Frelimo pelo Gabriel Júnior - autodenominado "o Filho do Povo". "Povo Moçambicano! quero informar que manifestei ao meu Partido a minha disponibilidade para constar entre os pré candidatáveis, entreguei a minha documentação para o efeito , É certo que com o filho do povo é vitória limpa, folgada e o nosso povo feliz mas não depende só de querer, depende de quem o órgão decidir , esta decisão deve ser respeitada e celebrada, a minha parte ...

Quem dera se Rosário Fernandes concorresse como independente nas eleições presidenciais!

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Que se popularize a figura do Rosário Fernandes, também! Rosário Fernandes , não é "capim" é o perfil de um moçambicano íntegro.  Enquanto persistem mosquitos no sistema político de Moçambique , processos partidários em tribunais, a greve dos médicos e um sistema nacional de educação deplorável para estudantes, professores e o povo moçambicano, um nome se destaca no panorama da integridade nacional: Rosário Fernandes. Seu currículo, menos popular politicamente do que o de fanfarrões, bajuladores e outros ultracrepidários, deveria ser o perfil desejado para dirigir o governo em Moçambique. Sem rodeios, este senhor demonstra profundo respeito pelo primado da legalidade e da verdade. Olhemos por alguns rastilhos através de registos em alguns canais televisivos e jornais como Savana , Cartamoz , A Verdade , DW , etc.  Destaque da sua figura e integridade: trajetória ilibada e postura cívica de Rosário Fernandes. Rosário Fernandes, um distinto jurista, académico e servidor ...

O Grito de Guerra pela Restauração da Integridade Educacional

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É a hora de voltar à autenticidade acadêmica.  Foto: Dércio Vintane. Na esteira do escândalo de professores como é o caso dos boneficados que mal sabem escrever e se expressar; e das inquietantes revelações sobre o fracasso do sistema educacional em Moçambique, chega este clamor firme que ecoa pelas salas de aula:  É a hora de voltar à autenticidade acadêmica .  Lino TEBULO, em seu artigo incisivo, lança um desafio audacioso aos educadores e às autoridades responsáveis. Não mais podemos tolerar a prática insidiosa de "empurrar" alunos adiante, ignorando suas deficiências fundamentais. Assim afirma um internauta, cidadão e patriota moçambicano. Onde efusivamente avalia que, essa abordagem complacente corrói as bases do conhecimento e compromete o futuro de gerações inteiras.  É chegado o momento de os professores retomarem seu papel sagrado de verdadeiros mentores, lecionando com dedicação, avaliando com justiça e registrando os resultados de forma transparente...

Vamos discutir e defender Moçambique.

Ameaças Internas Exigem Acção Imediata, mas duradouras.  É difícil saber ao certo se o PR Filipe Jacinto Nyusi é concreto quando observa que é necessário investir em soluções locais na resolução dos problemas locais, principalmente depois da entrada das Forças ruandesas no território nacional, além da SAMIM.  De facto, é lógico e importante que os países tenham autonomia para lidar com seus próprios desafios internos, buscando parcerias externas de forma criteriosa e alinhada aos interesses nacionais. Valorizar as perspectivas locais é fundamental para encontrar soluções verdadeiramente eficazes. Se não tivéssemos hábito de fazer pouco mas querer todo crédito do esforço conjunto directo ou indirecto dos outros actores.  Como é o caso da turbulenta arena global, onde potências externas frequentemente ditam a narrativa, é crucial que Moçambique assuma as rédeas do seu próprio destino. Ao lidar com os desafios gémeos do terrorismo e do desenvolvimento humano, os moçam...

A Arte como Ponte entre Imaginação e Realidade

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O que é a arte e porque falar dela num momento conturbado como estamos agora, em Moçambique!  Paiw: A Arte como Ponte entre Imaginação e Realidade.  A arte é verdadeiramente um fenômeno único na experiência humana. Ela nos permite transcender os limites do mundo físico e dar forma tangível às abstrações mais profundas de nossa mente. Como bem expressou o moçambicano Paulino Intepo em aventuras do Capitão Phingli: "A arte é uma tentativa de concretizar a nossa imaginação". A imaginação é um dom precioso que nos distingue como seres humanos. É a capacidade de visualizar possibilidades além do que é imediatamente perceptível, de criar mundos inteiros em nossa mente.  No entanto, a imaginação por si só é efêmera, uma centelha fugaz de inspiração que se dissipa tão rapidamente quanto surge. É aqui que a arte entra em cena, como uma ferramenta poderosa para dar vida à imaginação. Aliás, de referir que a arte nesta publicação é tida como uma expressão humana que transcend...

Tudo fora de baralho - educação no país: Sancionados em Portugal, condenados em Moçambique.

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Não basta apenas o privilégio de respirar mais um dia em Moçambique, é preciso ainda desenvolver outras habilidades que, além da arte de sobreviver, envolvem a capacidade de ser resiliente aos fatores externos e internos. Quando tudo parece tranquilo, algo vem em alguma direção para mexer com a sensibilidade de algum setor. É a situação da educação, um dos sectores de extrema importância no desenvolvimento nacional e que deveria ser um dos objectos primordiais privilegiados, quando se trata de soberania. Porém, nada disso se vê. Circulam informações de que, em num país cuja língua oficial é o português, seremos sujeitos a um semestre 0 (zero) denominado propedêutico. Os Sancionados  Isso significa seis meses ou até um ano, se o caso for grave, reservados a um caráter introdutório, para preparar os "alunos" a estudar nas faculdades portuguesas. Pode parecer humilhante, mas não é. Será uma fase em que haverá a junção de preceitos ou conhecimentos básicos de uma disciplin...

O Analfabetismo Político e a Disciplina Partidária Minam o Engajamento Juvenil em Moçambique.

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Um dos factores que deturpa o engajamento juvenil na vida política em Moçambique e travam todas hipóteses de desenvolvimento retumbante do país são: Analfabetismo Político e Disciplina Partidária. Este dois factores são preponderantes a serem discutidos para serem urgentemente ultrapassados.  Obstáculos Ocultos no Engajamento Juvenil em Moçambique: Analfabetismo Político e Disciplina Partidária.  Nesta publicação pretendemos de forma breve e didática trazer a reflexão sobre a questão actual, para abordar com mais detalhes o significado de analfabetismo político e disciplina partidária, bem como, como esses factores impactam o engajamento juvenil na política de Moçambique. Isso porque há muitos jovens com idade e energia para contribuir pelo país na luta pelo bem-estar e defesa dos interesses comuns em detrimento dos interesses pessoais, mas preferem manter-se inertes, além de dominados por medo, às vezes é por não saber como se encaixar na vida política como cidadãos mo...

O que dizer sobre a VI sessão ordinário do Conselho Nacional da RENAMO.

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A Política do Silêncio: O Dilema de Venâncio Mondlane em Moçambique  Além da confusão divulgada pela TV Sucesso, o que notamos no evento foi um Moçambique que enfrenta um dilema político complexo, no qual a postura de políticos como Venâncio Mondlane e os seus apoiantes, parecem entrar em choque com as raízes da cultura política enraizada no país:  venerar os velhos e repudiar os jovens .  Enquanto em outros hemisférios figuras contestadoras e activas, seriam apoiadas, em Moçambique, a tendência predominante é a de passividade e omissão por parte da classe política. Associada com hábito de rir aos que se aventuram a engajar-se nesse ramo fundamental para mudanças significativas na vida dos cidadãos de um país.  É com razão que isso acontece: educação dificiente aos pobres - que somos a maioria, saúde doente e com economia fraca, o resultado é ter um povo embrutecido.  A sessão trouxe-nos a reflexão que expõe que o "problema de Venâncio Mondlane" não está...

A HIPOCRISIA DOS NOSSOS DIAS

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Moçambique entre Discursos e Vazios Começamos o ano com discursos de paz, mesmo com eleições manchadas, pobreza real e mesmo com elites ricas, características de um Moçambique onde a hipocrisia virou um sistema enquanto o povo paga com sangue, fome e silêncio. Assim a vida segue e se reforça o optimismo, ainda que forçado junto do positivismo platónico a todo povo moçambicano com a abertura do diálogo nacional inclusivo como o analgésico.  A Hipocrisia como Sistema Moçambique vive, hoje, um dos momentos mais cínicos da sua história recente. Palavras bonitas, discursos de paz, promessas de prosperidade e fotografias de abraços internacionais contrastam com balas reais nas ruas, crianças sem escola, hospitais sem remédios e elites cada vez mais ricas. Eis, sem rodeios, onde a hipocrisia mais grita: 1. Política – “Democracia consolidada” com metralhadora na mão O governo da FRELIMO e o Presidente Daniel Chapo repetem que “o povo escolheu” nas eleições de 9 de Outubro de 2024 , ren...

Nyusi na encruzilhada: Liderança em xeque e a crise de confiança

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Estrato de um vídeo amador, captando o cenário de abandono de alguns crentes, após se aperceberem da presença do PR Nyusi. Angoche, 10 de Abril de 2024.. O episódio ocorrido no distrito de Angoche, na província de Nampula, durante um fórum reservado à oração islâmica pelo fim do Ramadã, levanta questões preocupantes sobre a liderança do Presidente Filipe Nyusi e sua relação com o povo moçambicano. Observe-se: Primeiramente, a presença repentina e não anunciada de Nyusi no evento sugere uma tentativa de capitalizar politicamente em um momento de celebração religiosa. Essa atitude pode ser interpretada como uma busca por popularidade e aceitação, em meio a especulações sobre seu desejo de obter um terceiro mandato, algo que muitos consideram uma ameaça à democracia do país. Que também é um "elefante".  Além disso, o facto de alguns membros da comunidade terem se retirado do recinto ao perceberem a chegada do Presidente, se isso aconteceu como se vê em alguns vídeos, isso...

Traumas invisíveis no cérebro de um soldado vindo do combate.

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Por: Agapito Marcos Suleman Introdução No início não queria que fosse uma exposição crítica, pelo contrário foi querendo homenagear os guerreiros e “guerrilheiros”, que estiveram e estão diante dos confrontos directos, conflitos político-militar nos últimos anos, na zona centro e norte do país, sem precisar as datas. Mas por ter perdido colegas de trincheira e ter visto outros, embora poucos, ascenderem aos postos hierarquicamente superiores, pela sua entrega e pelo seu inegável destaque em combate, inspirou-me a natureza, falar de certos aspectos inerentes às consequências que ficam depois duma " missão cumprida ". Teria intitulado assim, quanto custa um soldado? Mas prefiro perguntar ao leitor " quanto custa ser um soldado ? ". Bem, hoje em dia, há relatos vagos, sem provas e este texto também não é uma denúncia, é só uma reflexão do que se pode ouvir por aí. Dizem que:  É muito caro, o preço é alto, para entrar ou candidatar-se e ser apurado para fazer par...