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CASADAS EM CASA, SOLTEIRAS NO SERVIÇO

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O Duplo Padrão que Corrói Relações e Confiança O comentário de um internauta respondendo ao Paulino Intepo , em reacção ao artigo “ A Natureza de Relacionamentos Amorosos no Trabalho ”, publicado no Verbalyzador , levanta uma questão sensível, profunda e recorrente na sociedade moçambicana — e não só: o fenómeno do duplo padrão de comportamento de algumas mulheres casadas, frequentemente resumido numa expressão popular e inquietante: casadas em casa, solteiras no serviço. Este comportamento não é novo, mas ganhou maior visibilidade com a ascensão das redes sociais, a circulação de imagens virais e relatos quotidianos partilhados em grupos de WhatsApp , páginas de Facebook e blogs. Fotografias e cenas que mostram proximidade física excessiva no local de trabalho — mãos entrelaçadas sob mesas de escritório, mulheres sentadas no colo de colegas, abraços prolongados, risos sugestivos, poses provocantes em ambientes profissionais — tornaram-se símbolos de uma erosão silenciosa dos limites...

A NATUREZA DE RELACIONAMENTOS AMOROSOS NO TRABALHO (CERTO/ERRADO)

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Cientificamente um Fenómeno Inevitável Profundamente Humano No coração pulsante das empresas, onde se cruzam metas, stress, risos partilhados e noites longas de trabalho, nasce algo que vai muito além dos relatórios e das reuniões laborais: o amor . Não é raro, nem escandaloso por si só. É comum, quase inevitável. Uma foto capturada num gabinete qualquer não sabemos onde — uma mulher de cabeça atirada para trás, em êxtase ou relaxamento profundo, com um colega atrás — não é excepção. É sintoma de um padrão que a ciência explica com clareza: o ambiente laboral é um dos terrenos mais férteis para o romance surgir. Estudos internacionais recentes mostram números impressionantes. Mais de 60% dos adultos já participaram em pelo menos um relacionamento romântico no local de trabalho. Em pesquisas de 2024 e 2025, realizadas por organizações como a SHRM ( Society for Human Resource Management ), cerca de metade dos trabalhadores norte-americanos admitiu ter vivido ou estar a viver uma relaçã...