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ÁLCOOL: A PANDEMIA SILENCIOSA QUE CORRÓI AS COMUNIDADES NEGRAS

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Quando a convivência esconde um colapso social normalizado À primeira vista, a imagem que circula no por aí, em questão parece retratar apenas mais um momento de convívio social. Um grupo numeroso de jovens e adultos reúne-se num espaço aberto de terra batida, típico de bairros periféricos ou zonas informais de muitas cidades africanas — cenário facilmente reconhecível em Moçambique ou na África do Sul. Caixas de cerveja espalhadas pelo chão, garrafas cheias e vazias de marcas internacionais, coolers coloridos repletos de bebidas alcoólicas e lixo acumulado compõem um ambiente de aparente descontração, uma vez que não pode faltar aquele som com volumes altos e desiguais, em que a dada altura os dançarinos parecem zumbis. Algumas pessoas estão sentadas no chão ou sobre caixas improvisadas, outras permanecem de pé, conversando animadamente, bebendo, rindo. Contudo, por trás dessa imagem de socialização, esconde-se uma realidade profundamente inquietante: o consumo excessivo de álcool c...

MALI HUMILHA TRUMP E DÁ LIÇÃO AOS COBARDES

Porque É Que os Outros Seis Países Africanos Ainda Se Arrastam Pedindo Misericórdia?

Num mundo onde a diplomacia moderna virou um jogo de quem pisca primeiro, o Mali acaba de provar uma verdade dura: força atrai força, e fraqueza convida humilhação.

No início de outubro de 2025, a administração Trump decidiu impor uma “caução de visto” absurda, variando entre 5 mil e 15 mil dólares americanos, a cidadãos de sete países africanos que solicitassem vistos de turismo ou negócios (B1/B2).

A justificação oficial era “combater as taxas de permanência ilegal”, mas a mensagem verdadeira era outra: chantagem política, para forçar esses países a aceitarem a deportação de imigrantes africanos dos EUA.

Os países visados foram: Mali, Mauritânia, São Tomé e Príncipe, Tanzânia, Gâmbia, Malawi e Zâmbia.

Seis deles escolheram o caminho da submissão diplomática — pediram “diálogo”, “compreensão” e “negociação”.

O resultado? Continuam a pagar a caução humilhante, e os seus cidadãos são tratados como suspeitos potenciais antes mesmo de pisar solo americano.

Mas o Mali? Ah, o Mali reagiu como um leão ferido.

Em 12 de outubro, Bamaco respondeu com a mesma moeda: anunciou que também exigiria uma caução de até 10 mil dólares a cidadãos americanos que quisessem entrar no país.

Duas semanas depois, o impensável aconteceu: os Estados Unidos recuaram e retiraram o Mali da lista.

Trump — o homem que muitos consideram inflexível — piscou primeiro.

Vitória limpa, rápida e soberana.

💡 Porque É Que o Mali Venceu? Uma Lição Pragmática de Diplomacia Real

1️⃣ Reciprocidade: A Única Língua Que Trump Entende

Trump não respeita choros nem pedidos de compaixão — respeita força e negócios.

Na sua primeira administração, só recuou quando a China respondeu com tarifas iguais.

O Mali entendeu essa lógica e fez o mesmo: “Se nos magoas, magoamos-te também.”

Resultado: respeito imediato e equilíbrio diplomático restaurado.

2️⃣ Liderança Forte vs. Marionetas Ocidentais

País Resposta Situação Actual 

Mali Retaliação imediata Removido da lista

Mauritânia Diálogo e súplicas Ainda a pagar

São Tomé Negociações humilhantes Ainda a pagar

Tanzânia Pedidos de misericórdia Ainda a pagar

Gâmbia “Compreensão” diplomática Ainda a pagar

Malawi Silêncio submisso Ainda a pagar

Zâmbia “Parceria” aparente Ainda a paga

O Mali, sob o Coronel Assimi Goïta, expulsou as forças francesas, rompeu com a CEDEAO e fundou a AES (Aliança dos Estados do Sahel) com o Burquina Faso e o Níger.

Hoje, negoceia de igual para igual com a Rússia e outros parceiros estratégicos, explorando ouro, lítio e urânio sem pedir licença.

Enquanto isso, os outros países continuam ajoelhados perante os doadores, vendendo a própria soberania por migalhas e aplausos diplomáticos.

3️⃣ Pragmatismo Económico: Quando os Recursos São a Tua Arma

O Mali sabe o que tem: recursos estratégicos que o Ocidente cobiça.

Um visto caro para poucos americanos ricos custa menos que a humilhação nacional.

E a lição é clara: África detém 30% dos minerais do planeta.

Usem-nos como ferramenta de negociação, não como motivo de esmola.

⚔️ O Jogo Sujo: Quando o Ocidente Perde, Inventa “Terroristas”

Depois da derrota diplomática, o Ocidente mudou de táctica: patrocinar instabilidade.

Os ataques no Sahel aumentaram, com tentativas evidentes de financiar grupos jihadistas para enfraquecer o Mali e seus aliados.

Mas o plano falhou.

Com apoio russo e as forças conjuntas da AES, o Mali reduziu em mais de 70% o terrorismo nas zonas sob controlo.

Agora fala-se de uma moeda comum, forças armadas integradas e soberania real.

Enquanto os outros países continuam dependentes, o Mali redefine o que significa independência africana.

🪶 África, Acorda! Sê Como o Mali ou Morre Suplicando

O Mali não é “rebelde”: é coerente, estratégico e corajoso.

Trump ri-se de líderes fracos, mas respeita os que se impõem.

A mensagem está dada: reciprocidade é poder.

Se nos tratam com desdém, devemos responder com dignidade.

Pan-africanismo não é conversa de conferência — é acção concreta.

O Mali mostrou o caminho.

Agora a pergunta é simples: quem segue?


#MaliVenceu #AfricaForte #FogoPorFogo #AES #DiplomaciaAfricana #Trump #SoberaniaAfricana

✍🏾 Por Lino TEBULO

📍 Verbalyzador — Onde a Palavra se Liberta.



Comentários

  1. Essa é a teoria de comportamento gera comportamento, força Mali 💪.

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