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O ÚLTIMO GRANDE DESAPARECIMENTO

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Como um ladrão de 1969 enganou o FBI por 51 anos - e por que isso nunca mais acontecerá Era uma sexta-feira, 11 de julho de 1969. Theodore John Conrad, um caixa de banco de 20 anos, foi trabalhar como em qualquer outro dia na Society National Bank, em Cleveland, Ohio. Antes de sair, dirigiu-se ao cofre, enfiou 215 mil dólares em espécie num saco de papel castanho (o equivalente a cerca de 1,79 milhão de dólares actuais) e simplesmente caminhou para fora. Ninguém reparou. Ninguém o deteve. O banco só deu pela falta do dinheiro na segunda-feira seguinte, quando Conrad não apareceu para trabalhar. Dois dias inteiros de vantagem. Meio século de silêncio. E uma das maiores fugas da história do crime americano. O Rapaz que Queria Ser Thomas Crown Conrad não era um criminoso profissional. Era um rapaz inteligente (QI de 135) popular no liceu, eleito para o conselho estudantil. Mas tinha uma obsessão: o filme The Thomas Crown Affair (1968), com Steve McQueen, sobre um milionário que rouba um ...