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MARROQUINOS TENTAM ROUBAR A TAÇA DAS NAÇÕES AFRICANAS EM DAKAR, SENEGAL.

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Quando o Troféu Vale Mais do que a Dignidade: A CAN que Envergonhou África Marroquinos detidos em Dakar por tentativa de roubo da Taça das Nações Africanas👇🏾: "Alguns cidadãos marroquinos armados e mascarados foram detidos em Dakar depois de viajarem mais de 2.000 km numa tentativa de roubar o troféu da Taça das Nações Africanas .   Foram apanhados em flagrante, tendo as autoridades rapidamente controlado a situação." ~ PITCH PULSE Há episódios no desporto que transcendem o rectângulo de jogo e revelam, com crueza, o estado moral de uma sociedade — ou de um continente inteiro. A tentativa de roubo do troféu da Taça das Nações Africanas em Dakar, protagonizada por cidadãos marroquinos armados e mascarados que percorreram mais de dois mil quilómetros para cometer o acto, não é uma notícia de crime vulgar. É uma metáfora. E as metáforas, quando são tão literais, merecem ser lidas com toda a seriedade. A CAN 2025 , realizada em Marrocos , deveria ter sido um momento de celebr...

HERÓIS MOÇAMBICANOS ONTEM, HOJE E AMANHÃ

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Entre o Sacrifício Fundador e a Disputa Pelo Sentido do Heroísmo O 3 de Fevereiro de 2026 volta a encontrar Moçambique num exercício delicado de memória. Celebramos o Dia dos Heróis Moçambicanos evocando, antes de tudo, Eduardo Chivambo Mondlane , assassinado em 1969 por uma bomba dissimulada num livro — um acto que não matou apenas um homem, mas tentou silenciar um projecto colectivo de unidade nacional. Mondlane permanece como símbolo maior da resistência ao colonialismo português , arquitecto de uma ideia rara e ambiciosa: um país plural, unido para além de etnias, línguas e geografias. Mas o que torna o heroísmo moçambicano verdadeiramente singular não reside apenas nas figuras consagradas, repetidas nos discursos oficiais e nos manuais escolares. O extraordinário está, muitas vezes, no que não se vê. Está nos nomes que não foram gravados em estátuas, nas histórias que sobreviveram apenas pela oralidade, nas aldeias onde resistir significava esconder combatentes, partilhar o pouc...