Entre o Tráfico de Órgãos e o Robô Canadiano que Quebra Pedras nos Rins O mundo encontra-se num cruzamento inquietante: de um lado, redes criminosas que transformam corpos humanos em mercadoria; do outro, cientistas que criam tecnologia capaz de salvar milhões sem cortes, sem dor e sem risco. Entre estes extremos, vive a pessoa comum — vulnerável às doenças, às desigualdades e às promessas de cura que nem sempre chegam a quem mais precisa. Nos últimos anos, investigações internacionais expuseram realidades chocantes: jovens recrutados com falsas promessas no Quénia, migrantes enganados, pessoas pobres coagidas a entregar um rim para a sobrevivência de quem pode pagar. O tráfico de órgãos deixou de ser uma lenda urbana ; tornou-se um negócio transfronteiriço que explora a pobreza e a desesperança. Em certos sítios, desaparecimentos de pessoas nas vilas alimentam rumores de extracção clandestina de órgãos, um terror silencioso que cresce nas margens da exclusão. Ao mesmo tempo, há um ...