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DA FAMÍLIA EM ISRAEL AO IMPÉRIO RELIGIOSO EM ÁFRICA

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Quando o Cristianismo Deixou de Ser Fé e Se Tornou Negócio “ Christianity left Israel as family, went to England as a religion and ended up in Africa as a business.” Esta frase curta, desconfortável e profundamente reveladora circula há anos como provocação intelectual. Mas será apenas uma hipérbole amarga ou uma síntese histórica brutalmente honesta? Quando observamos o percurso do Cristianismo ao longo dos séculos, percebemos que esta afirmação não é gratuita — ela é um espelho. Este artigo não é um ataque à fé, nem uma negação da espiritualidade cristã. É, antes, uma reflexão crítica sobre como uma mensagem espiritual simples foi progressivamente capturada por estruturas de poder, interesses económicos e mecanismos de exploração, sobretudo em África. 1. Israel: o Cristianismo como experiência familiar e comunitária O Cristianismo nasce em Israel, não como instituição, mas como vivência íntima. Jesus de Nazaré não fundou igrejas, não criou hierarquias, não cobrou dízimos, nem pr...

Vamos discutir Moçambique para o nosso bem-estar comum e concreto.

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Os dirigentes e as narrativas podem passar, mas o povo permanece! Não vamos deixar o país nas mãos dos idiotas.  Aqui está uma versão expandida e alinhada da participação dos moçambicanos e representatividade delegada, focando na responsabilidade de tratar assuntos nacionais por entidades desprovidas de empatia, por vezes, como um potencial de engajamento para melhorar o envolvimento dos moçambicanos no desenvolvimento concreto de Moçambique. Chega de negligência do que é óbvio. Vamos nos juntar e agir! Como moçambicanos, temos a responsabilidade e o dever patriótico de discutir e tratar dos assuntos nacionais que afectam directamente o nosso bem-estar comum e o desenvolvimento concreto de Moçambique. Não devemos nos perder em debates corriqueiros e sensacionalistas que desviam nossa atenção das questões realmente importantes para o progresso do nosso país. Como é o caso das estelas no entretenimento ou na cultura, conflitos religiosos e entre outros aspectos, que não por ap...

Violência entre jovens por motivos políticos precisa acabar.

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Violência é um desperdício de energias e nada resolve. Recentemente circulou nas redes sociais um vídeo preocupante, mostrando um grupo de jovens agredindo violentamente outro rapaz em Maputo. A vítima vestia uma camiseta da Frelimo e parecia estar em desvantagem. Violência por intolerância política, Maputo. Não há informações sobre o que motivou tal acto de violência em via pública. Como de costume, o vídeo não traz legendas ou narração explicando o contexto. O que mais choca é o ataque colectivo à vítima, como se fosse um ladrão.  Um comentário que acompanhava o vídeo dizia que, " em Maputo, ser da Frelimo é perigoso. " A agressão ocorreu especificamente no bairro da Malhangalene. Porém, não há indicação da data exacta do ocorrido. Independentemente da motivação, esse tipo de violência é condenável. Os agressores extravasaram sua raiva de forma injustificável. Até mesmo quem apenas filmou, sem intervir para acalmar os ânimos, errou. Seria melhor tentar mediar a situação ...