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O CACHORRO QUE MIJOU NO HÁBITO DA FREIRA

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Quando os Animais Nos Mostram a Nossa Própria Futilidade Num domingo como este, enquanto preparava um artigo sobre religião, deparei-me com uma imagem que me deixou parado. Madrid, 1960. Um homem de terno anota algo com ar sério. Uma mulher elegante observa a cena. Duas freiras, vestidas com hábitos negros longos e imponentes, representam séculos de devoção e autoridade espiritual. E, no meio de tudo, um simples vira-lata, rabo empinado, faz o que os cães fazem sem qualquer cerimónia: mija tranquilamente no hábito de uma das freiras . Não há maldade no gesto. Não há provocação. Para o animal, aquele pano escuro não é símbolo sagrado, não é sinal de consagração nem de separação entre o profano e o divino. É apenas um objecto conveniente — um poste vertical que cheira a humano. O contraste é tão forte que a foto se tornou icónica. Mas, para além do riso inicial, ela esconde uma pergunta profunda: e se os animais nos vissem exactamente como somos… fúteis? Esta imagem toca no coração do a...

TERROR NUMA CABANA - O HORROR QUE GELA A ALMA!

Um Nigeriano Apanhado com Corpos Secos para Fabricar Drogas

Em pleno século XXI, quando pensamos que a humanidade já viu o pior, surge um vídeo que nos faz questionar a essência do ser humano. Um homem nigeriano, apanhado numa cabana miserável, com corpos secos e desumanizados, alegadamente para fabricar drogas. As imagens, que circulam como fogo nas redes sociais, mostram corpos pendurados como troféus macabros, cobertos de pó e decomposição, enquanto o suspeito parece indiferente ao horror à sua volta. Como é possível? Como chegamos a este ponto de barbárie?

Este caso, que ganhou viralidade num piscar de olhos, não é apenas uma notícia sensacionalista. É um grito de alerta para a degradação moral que assola partes do nosso continente africano. Na Nigéria, onde o incidente ocorreu, relatos apontam para um suposto curandeiro tradicional que, em vez de curar, destrói vidas. Corpos de crianças e adultos, possivelmente vítimas de raptos, secados ao sol para serem moídos em poções ilícitas. Drogas feitas de restos humanos! Indignação é pouco para descrever o nojo que sentimos. Onde está a humanidade? Onde está a justiça?

Refletindo sobre isto, lembro-me das nossas comunidades em Moçambique, onde tradições ancestrais coexistem com a modernidade, mas nunca, nunca, deviam cruzar a linha da atrocidade. Este homem, se culpado, representa o pior da ganância: transformar a morte em lucro, a dor em vício. Quantas famílias choram entes queridos desaparecidos, sem saber que podem estar a ser consumidos em forma de entorpecentes? É um ciclo vicioso de violência que alimenta o crime organizado, o tráfico humano e a destruição social. Em África do Sul, onde o vídeo foi partilhado por contas como #PutSouthAfricansFirst, ecoam vozes de xenofobia, mas o problema é maior: é global, é humano.

Indigno-me profundamente! Como sociedade, precisamos de mais do que palavras. Precisamos de ação: investigações rigorosas, leis mais duras contra o tráfico de órgãos e drogas, e educação para combater superstições que levam a estes atos hediondos. Governos africanos, uni-vos! Interpol, intervenham! Não podemos permitir que cabanas como esta se tornem fábricas de morte. Aos moçambicanos, reflitam: o que faríamos se isto acontecesse em Maputo ou na Beira? Protegeríamos os nossos, sim, mas com humanidade, não com ódio.

Este horror não pode ser esquecido. Partilhem, denunciem, exijam justiça. Porque se calarmos, seremos cúmplices do silêncio que permite tais monstros existirem. O vídeo viral é um espelho da nossa falha coletiva – e é hora de o quebrar!

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