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A NOVA IORQUE DOS BANHEIROS MODULARES CRONOMETRADOS. SABES DO QUE SE TRATA?

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Quando o Relógio Dita a Dignidade de Quem tem Saúde  Banheiros públicos de Nova Iorque abrem a porta automaticamente após 10 minutos. Reflexão sobre dignidade, privacidade e o direito à cidade. Há gestos tão banais que raramente os pensamos como políticos. Urinar é um deles. Mas quando uma cidade decide que dez minutos é o tempo máximo que um corpo humano merece para satisfazer a sua necessidade mais elementar, esse gesto deixa de ser banal e torna-se uma declaração de princípios. Nova Iorque acaba de instalar dezassete banheiros públicos modulares, parte de um programa-piloto de quatro milhões de dólares, operados pela Throne Labs, com um limite de utilização de dez minutos. Aos cinco e aos oito minutos, avisos sonoros alertam o utente. Aos dez, luzes intermitentes disparam, uma voz anuncia que a porta vai abrir e, cerca de trinta segundos depois, ela abre-se de facto e independentemente do que esteja a acontecer lá dentro. O presidente da câmara, Zohran Mamdani, resumiu a filoso...

É SOBRE O TRIBUNAL DAS RUAS OU TRATA-SE DA TIRANIA DO OLHAR

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Quando a Rua se Torna Tribunal e a Alma se Torna Espectáculo Há uma pergunta que insiste em romper o silêncio das nossas consciências: em que momento a vida privada se transformou em praça pública, e o olhar do outro, em sentença irrevogável? A viralização de um vídeo (assista o AQUI ) ou seja ele qual for, já não é um fenómeno isolado, mas o sintoma de uma época em que a intimidade é devorada pela voracidade do escrutínio colectivo. A Situação é seguinte, como capturado na imagem, o vídeo mostra dois cidadãos, provavelmente do Médio Oriente, se encontram aos beijos e aparentemente, excitados, numa rua - área supostamente  menos movimentada. Porém, houve alguém que ousou usar o seu celular e captar o momento, para depois julgar ao partilhar ao mundo nas redes sociais.  O filósofo Hans Jonas alertava que a técnica moderna, ao ampliar desmedidamente o poder humano, exigia uma nova ética da responsabilidade, capaz de antecipar as consequências dos nossos actos num mundo interco...

ABUSO DA VIGILÂNCIA DIGITAL E A FRAGILIDADE DA PRIVACIDADE.

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Quando a Vigilância Digital Se Torna Arma de Vingança e a Ilusão da Segurança Pública Numa era em que a tecnologia avança a um ritmo vertiginoso, superando a nossa capacidade colectiva de regular os seus impactos, um caso recente nos Estados Unidos ecoa como um alerta estridente para a humanidade inteira. Um xerife no estado da Louisiana foi demitido após utilizar câmaras de leitura automatizada de matrículas (conhecidas como Flock) para rastrear a placa do veículo da sua ex-noiva mais de 3.000 vezes. O panóptico íntimo fez com que um xerife rastreasse a ex-noiva 3.000 vezes. Este não é um incidente isolado ou um mero erro de sistema; trata-se do décimo terceiro agente da lei, a nível nacional, a ser demitido ou suspenso por violar o uso ético e legal destas mesmas ferramentas. Para além das fronteiras geográficas onde o facto ocorreu, esta narrativa impõe uma reflexão profunda sobre o abismo entre a segurança prometida e a vigilância imposta. No cerne desta questão reside uma das mai...

CONHEÇA O "ESTADO" QUE TRANSFORMA A ESTRADA EM CRIME

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Quando as Câmaras te Seguem até Onde a sua Liberdade Começa. Polícia americana usa câmaras Flock para transformar viagens legais em motivo de busca. Até onde vai a nossa privacidade? Numa América que se vangloria de ser a terra da liberdade, um homem cruza a fronteira do Wisconsin para o Michigan. Compra canábis legal. Regressa. É parado. A viatura é revistada. O motivo? As câmaras Flock registaram que ele “viaja frequentemente para o Michigan, Estado conhecido como fonte de marijuana porque aí é legal”. Não havia cheiro prévio, não havia denúncia concreta, não havia flagrante. Havia apenas o padrão de deslocação capturado por uma rede de leitores automáticos de matrículas partilhada entre milhares de corporações policiais. O padrão bastou. O padrão virou “causa provável”. Eis a nova gramática do poder: o movimento livre deixa de ser direito e passa a ser indício. O que ontem era deslocação legítima, hoje é suspeita estatística. O cidadão já não precisa de cometer crime. Basta circula...

Cuidado⚠️! 10 coisas a não fazer no celular por segurança e ética.

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Introdução O celular se tornou parte essencial da nossa vida. Mas será que estamos usando esse dispositivo de forma segura e ética? Muitas vezes não percebemos que pequenas ações rotineiras em nosso smartphone podem nos colocar em risco ou ferir princípios éticos. Confira a seguir 10 coisas que devem ser evitadas ao usar o celular para manter sua segurança e integridade.  10 coisas que devem ser evitadas ao usar o celular 1. Compartilhar senhas pessoais ou informações confidenciais por mensagens ou e-mails. Isso pode expor seus dados e serem usados para desgraçar a sua vida ou pôr em perigo até seus familiares. 2. Fazer downloads de apps ou aplicativos e aplicações de fontes desconhecidas. Essas Apps não oficiais podem conter vírus ou malware que podem prejudicar o funcionamento normal do seu celular ou estragar-se. Alguns aplicativos até podem fornecer dados de localização e tantos outros do utente sem o seu consentimento e serem usados para o prejudicar.  3. Clicar em...

Privacidade: um direito universal desconhecido?

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Privacidade: um direito universal desconhecido? Sabias que existe um direito fundamental que qualquer pessoa é sujeita principalmente em Estados acreditados, mas que poucas pessoas conhecem? A privacidade. Sim, é um dos direitos fundamentais, que parece ser desconhecido no seio de muitos. A PRIVACIDADE é um direito fundamental que qualquer Estado acreditado deve respeitar. Esse direito garante que as pessoas tenham o direito de não serem sujeitas a interferências arbitrárias em suas vidas privadas, famílias, correspondências e comunicações. Embora muitas pessoas tenham ciência desse direito, pode haver um desconhecimento generalizado sobre a extensão total das proteções e implicações que ele abrange. Isso inclui não apenas a proteção contra vigilância injustificada, mas também a salvaguarda de informações pessoais e o controle sobre como os dados são coletados e utilizados por empresas e governos. O direito à privacidade é frequentemente baseado em documentos legai...