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DA FAMÍLIA EM ISRAEL AO IMPÉRIO RELIGIOSO EM ÁFRICA

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Quando o Cristianismo Deixou de Ser Fé e Se Tornou Negócio “ Christianity left Israel as family, went to England as a religion and ended up in Africa as a business.” Esta frase curta, desconfortável e profundamente reveladora circula há anos como provocação intelectual. Mas será apenas uma hipérbole amarga ou uma síntese histórica brutalmente honesta? Quando observamos o percurso do Cristianismo ao longo dos séculos, percebemos que esta afirmação não é gratuita — ela é um espelho. Este artigo não é um ataque à fé, nem uma negação da espiritualidade cristã. É, antes, uma reflexão crítica sobre como uma mensagem espiritual simples foi progressivamente capturada por estruturas de poder, interesses económicos e mecanismos de exploração, sobretudo em África. 1. Israel: o Cristianismo como experiência familiar e comunitária O Cristianismo nasce em Israel, não como instituição, mas como vivência íntima. Jesus de Nazaré não fundou igrejas, não criou hierarquias, não cobrou dízimos, nem pr...

Violência entre jovens por motivos políticos precisa acabar.

Violência é um desperdício de energias e nada resolve.


Recentemente circulou nas redes sociais um vídeo preocupante, mostrando um grupo de jovens agredindo violentamente outro rapaz em Maputo. A vítima vestia uma camiseta da Frelimo e parecia estar em desvantagem.

Violência por intolerância política, Maputo.

Não há informações sobre o que motivou tal acto de violência em via pública. Como de costume, o vídeo não traz legendas ou narração explicando o contexto. O que mais choca é o ataque colectivo à vítima, como se fosse um ladrão. 


Um comentário que acompanhava o vídeo dizia que, "em Maputo, ser da Frelimo é perigoso." A agressão ocorreu especificamente no bairro da Malhangalene. Porém, não há indicação da data exacta do ocorrido.


Independentemente da motivação, esse tipo de violência é condenável. Os agressores extravasaram sua raiva de forma injustificável. Até mesmo quem apenas filmou, sem intervir para acalmar os ânimos, errou. Seria melhor tentar mediar a situação ao invés de simplesmente documentá-la.


Esses conflitos localizados, motivados por ódio contra alguém que vista uma determinada cor partidária, são sinal de uma frustração colectiva com a política. Jovens descarregam sua revolta uns contra os outros, sem mudar a situação que os oprime.


É hora da juventude se unir por um país melhor, deixando de lado essas diferenças políticas passageiras. As energias poderiam ser gastas cobrando melhorias na educação, saúde, transporte e tantos outros problemas que afectam a todos, independente de partido. 

Nada justifica a violência por intolerância política em Moçambique.

O patriotismo e a vontade de reformar o país devem estar acima de interesses partidários. Somente unidos os jovens terão força para cobrar mudanças e uma nação mais justa e próspera para todos.


Por: Paulino Intepo



Comentários

  1. Vai falar para o partido FRELIMO eles são os portagonizadores destes atos até matam membros da família por serem da oposição.

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  2. "*(...). As energias poderiam ser gastas cobrando melhorias na educação, saúde, transporte e tantos outros problemas que afectam a todos, independente de partido*"
    Neste parágrafo faltou a varrinha mágica. COMO FARIAM PARA MELHORAR OS SECTORES DA INTEIRA RESPONSABILIDSDE DO GOVERNO?

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