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O PODER DO NOME NO CASAMENTO

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Mulheres Etíopes e Eritreias Desafiam Tradições Matrimoniais Na maioria das culturas, o casamento é acompanhado por mudanças simbólicas que vão muito além da cerimónia. Uma das mais comuns é a adopção do apelido do marido pela mulher, prática que reforça a ideia de pertença e continuidade familiar. No entanto, na Etiópia e na Eritreia, esta tradição ganha uma forma completamente diferente e profundamente reveladora.   Nestas sociedades, a identidade da mulher não se dissolve no matrimónio. Ela continua a ser reconhecida pelo seu primeiro nome, seguido do nome do pai, e nunca pelo do marido. Este detalhe aparentemente simples carrega uma mensagem poderosa: o casamento não apaga a história individual nem a linhagem paterna.   Trata-se de uma prática que desafia conceções ocidentais sobre identidade feminina e conjugal. Ao manter o nome do pai, a mulher preserva a sua autonomia simbólica e cultural, mostrando que o matrimónio é uma união de vidas, mas não uma fusão de ...

O mais importante é ser do partido, não é ter competência

Nas posses recentes, uma situação ficou clara, ao olhar o perfil dos ilustres impossados: o principal é ser da Frelimo. Conhecimento e capacidade não interessam. Ou melhor:

"O mais importante é ser da Frelimo, conhecimentos e capacidade intelectual não interessam?" 

Só interessa agradar os chefes do partido, não o povo moçambicano. Para não dizer sem receio que isso já virou cultura neste país. Não fiscalizamos, deixamos essa política rolar e esperamos que aconteçam milagres. Depois reclamamos dos incompetentes no poder.

Mas temos moral pra reclamar se não exigimos líderes decentes antes? Se não acompanhamos a educação dos nossos filhos direito, como vão fiscalizar os governantes no futuro? Aliás, as crianças que não foram ensinadas a pensar ontem, somos nós hoje: impotentes, medrosos e pacíficos, se não covardes de todos géneros. 

Será possível algum dia deixarmos essa palhaçada continuar? Já vemos a briga de ego pela presidência vindo das formações políticas e partidos, sem propostas sérias. Só vão ver quem é mais se entrega nas campanhas, palhaçadas, mobilizações e desinformação, bem como embrutecimento dos demais, para serem fiéis obedientes aos objectivos do partido que só beneficiam uma minoria em detrimento de prejudicar milhões de moçambicanos. 

Temos que acabar com esse jogo. Exigir líder que entenda do assunto, que tenha plano bom pra tirar o país da lama. Cobrar dos nossos políticos trabalho e dedicação. Caso contrário, ficaremos reféns dos aproveitadores de sempre. 

A mudança começa na nossa atitude de votar em quem realmente trabalha pelo povo. Aparentemente, muitos antevêm sofrimento nos próximos tempos. O contrário de ver oportunidades e luz para a realização do país, se não do próprio povo. 

Aplausos aos empossados. Ainda que não corram exercer as suas funções e privilegiem umas semanas para aprender o essencial, o básico e o fundamental para desenvolverem capacidades e habilidades adequadas aos cargos, de modo a construir o país antes de só esbanjar o erário público e aumentar o endividamento. 

Julgue-se como uma expressão de inveja ou não, mas a intenção foi expor o desejo de ver as autarquias a serem geridas pelos nativos e dirigentes que sabem o que é necessário para desenvolver e resolver os problemas básicos dos munícipes.

Bem haja Deus que os abençoe em saúde e Sabedoria para conduzir os destinos dos municípios num bom rumo e termine a serventia das ordens superiores, priorizem a redução do sofrimento dos contribuintes tal como é possível noutros cantos do mundo.

Abraços e aplausos, bem-vindos, se vossa vez façam acontecer e renunciem sem exitar quando não poderem aos invés de estragar ainda mais o que está mal. Aceitamos o mal menor por falta de alternativas...

Por: Evaristo Pereira dos Santos & Lino TEBULO.



Algumas reações face a essa reflexão nas redes sociais. Confira abaixo👇:

















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