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POSITIVIDADE CORPORAL OU GLORIFICAÇÃO DA OBESIDADE?

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Até onde vai o “amor próprio” quando o corpo vira espetáculo? Nos últimos anos, as redes sociais transformaram-se num palco permanente de exibição corporal. Uma foto como esta – uma mulher de pele negra, de costas, com um rabo e quadris que parecem desafiar as leis da anatomia, sentada numa bancada de casa de banho – torna-se viral em minutos. Para uns, é empoderamento puro: “Amo o meu corpo como ele é!”. Para outros, é apenas mais um exemplo de como o movimento da positividade corporal descarrilou e passou a glorificar algo perigoso: a obesidade . O movimento da positividade corporal nasceu com boas intenções. Surgiu para combater a gordofobia , a discriminação contra pessoas com corpos fora do padrão magro imposto pela indústria da moda e da publicidade. A ideia era simples: todo o corpo merece respeito, independentemente do tamanho. Ninguém deve ser humilhado por ser gordo. Até aqui, tudo bem. O problema começa quando o “amor próprio” vira desculpa para ignorar factos científicos...

Será que o segundo álbum tem corrido o risco de ser um fracasso, sempre ou na maioria das vezes?

O Mito do Segundo Álbum: Realidade ou Percepção?

O mito do "segundo álbum fracassado" é mais sobre o viés dos críticos do que a qualidade real. Fãs mostram avaliações consistentes e equilibradas.

O "sophomore slump" não reflecte a qualidade dos segundos álbuns, mas sim o viés crítico e expectativas da indústria. Fãs, por outro lado, mantêm avaliações consistentes, valorizando autenticidade e conexão emocional. Em Moçambique, desafios como pressão e recursos escassos complicam, mas não definem o sucesso.

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