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RÚSSIA DESENVOLVE MOTOR DE PLASMA É REACENDE O SONHO DE MARTE EM 30 DIAS

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Avanço tecnológico real, disputa geopolítica e o futuro da propulsão espacial nuclear Em Fevereiro de 2025, um anúncio oriundo da indústria científica russa voltou a agitar o imaginário colectivo global: o desenvolvimento de um protótipo laboratorial de motor eléctrico de plasma, capaz — em teoria — de reduzir drasticamente o tempo de viagem até Marte, dos actuais cerca de 300 dias para apenas 30 a 60 dias. A notícia rapidamente ultrapassou os círculos científicos e espalhou-se pelas redes sociais, alimentando narrativas de supremacia tecnológica, rivalidade geopolítica e uma nova etapa da corrida espacial. Mas para além do entusiasmo, impõe-se uma leitura mais fria, crítica e estratégica do que realmente está em causa.

A VERDADEIRA ESSÊNCIA DO EVANGELHO

Servir com Humildade e Amor

Deus reconhece mais um coração humilde que ajuda, do que mil vozes que apenas oram.”

A imagem que confronta “Yah’shua” e “Jesus” não é apenas uma questão estética ou histórica. É uma provocação espiritual. Mostra-nos como, ao longo dos séculos, a fé cristã foi sendo reinterpretada — ora em símbolos, ora em aparências — até, muitas vezes, perder o seu sentido mais puro: o amor que serve e a humildade que se doa.

A figura de Yah’shua, o Jesus histórico, nascido entre os marginalizados da Galileia, pregava um Evangelho vivido, não recitado. Um Evangelho que se provava nas atitudes, não nas vestes nem nas palavras. Ele lavou pés, curou feridos, abraçou leprosos e partilhou pão com pecadores. A sua força estava no gesto simples que libertava, e não no poder que dominava.

Contudo, ao longo da história, o Cristo dos poderosos foi sendo moldado — embranquecido, coroado, colocado em tronos dourados — até se tornar um símbolo mais político que espiritual. Passou-se a adorar o retrato e a ignorar o exemplo. Passou-se a rezar muito e a amar pouco.

Mas o Evangelho autêntico continua a desafiar-nos: quem realmente seguimos? O Cristo que serve, ou o que apenas ornamenta as paredes dos templos?



A essência do Evangelho não se mede por quão alto oramos, mas por como tratamos o próximo. Não é o som da oração que comove o Céu, é o eco da bondade que tocamos aqui na Terra.

Porque, no fim de tudo, Deus reconhece mais um coração humilde que ajuda, do que mil vozes que apenas oram.

E talvez seja isso que a imagem tenta dizer — que entre o “Yah’shua” das origens e o “Jesus” reinventado, a pergunta continua viva:

👉 Qual dos dois habita realmente em nós?

Por Paulino Intepo

“A fé não se prova nos altares, mas nas mãos que ajudam e nos pés que caminham em direção a quem precisa.” ✨

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