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CASADAS EM CASA, SOLTEIRAS NO SERVIÇO

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O Duplo Padrão que Corrói Relações e Confiança O comentário de um internauta respondendo ao Paulino Intepo , em reacção ao artigo “ A Natureza de Relacionamentos Amorosos no Trabalho ”, publicado no Verbalyzador , levanta uma questão sensível, profunda e recorrente na sociedade moçambicana — e não só: o fenómeno do duplo padrão de comportamento de algumas mulheres casadas, frequentemente resumido numa expressão popular e inquietante: casadas em casa, solteiras no serviço. Este comportamento não é novo, mas ganhou maior visibilidade com a ascensão das redes sociais, a circulação de imagens virais e relatos quotidianos partilhados em grupos de WhatsApp , páginas de Facebook e blogs. Fotografias e cenas que mostram proximidade física excessiva no local de trabalho — mãos entrelaçadas sob mesas de escritório, mulheres sentadas no colo de colegas, abraços prolongados, risos sugestivos, poses provocantes em ambientes profissionais — tornaram-se símbolos de uma erosão silenciosa dos limites...

QUANDO O PRÓPRIO ESTADO CONDICIONA A FALTA DE DOCUMENTAÇÃO DOS SEUS CIDADÃOS

REGISTAR UM FILHO EM MOÇAMBIQUE: UMA MARATONA DE HUMILHAÇÃO

Está é uma crítica ao caos no registo civil moçambicano. A lentidão, o favoritismo, corrupção e condições indignas que impedem cidadãos de obter documentos, associados com a ausência de condições nas conservatórias, tornam impossível aos pobres obter documentos básicos. Horas de espera para resolver algo que levaria 15 minutos pode durar semanas e até na primeira tentativa tirar a vontade de pretender obter até chegar a chance de conhecer alguém ou outras oportunidades incumuns como milagres. Clique AQUI para continuar a leitura. 

Registo Civil da cidade de Maxixe. 


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