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CHINA REVOLUCIONA DOUTORAMENTOS

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Menos Tese, Mais Inovação Prática A China está a transformar profundamente o modelo tradicional de doutoramento , substituindo a dissertação extensa por projectos inovadores com impacto real na indústria e no desenvolvimento nacional . A reforma, aprovada em 2024 e com os primeiros graus práticos concedidos em 2025, marca uma mudança estrutural na educação superior chinesa e pode influenciar o futuro da formação académica global . Em vez de medir o valor doutoral pelo número de páginas escritas ou artigos publicados, o novo modelo privilegia a criação de produtos, protótipos, tecnologias ou soluções aplicáveis. Universidades como a , a e a lideram esta transição, sobretudo nas áreas de engenharia e tecnologia. Os doutorandos são avaliados pela sua capacidade de desenvolver técnicas industriais, componentes tecnológicos ou sistemas inovadores com impacto comprovado e potencial de escalabilidade . A supervisão passa a ser partilhada entre académicos e profissionais da indústria, e ...

📢 Atenção África: NÃO SE DEIXE ILUDIR POR PROFECIAS/PROFECTAS DE “SALVAÇÃO"

A Arca do Fim do Mundo e a Realidade que Nos Rodeia

O homem ganês que construiu uma arca e disse que o mundo acabaria no dia de Natal parou no show do Sarkodie ontem à noite e disse para a plateia continuar a festa 😂🤣😂

África encanta, consola e desgasta — porque vemos riquezas imensas e, ao mesmo tempo, milhões em extrema necessidade. Contudo, um fenómeno recente nas redes sociais expõe uma triste realidade: muitos africanos continuam a perder tempo e recursos a seguir profecias de “salvação divina” que nada resolvem para quem sofre com fome, desemprego e falta de acesso a serviços básicos.

Nos últimos meses, um homem em Gana tornou-se viral ao afirmar ter recebido uma “visão divina” de que o mundo seria destruído por um enorme dilúvio a partir de 25 de Dezembro de 2025, e que apenas quem embarcasse numa arca construída por ele seria salvo. Vídeos e imagens mostraram o homem a construir arcas, a promover a sua mensagem e a ganhar seguidores online. Muitas pessoas acreditaram e até começaram a deslocar-se para lugares específicos na expectativa de salvação iminente. 

Quando a data prevista passou sem nenhum dilúvio global, o “profeta” anunciou que o fim do mundo tinha sido adiado graças às suas orações — e continuou a atrair atenção pública nas redes sociais. Para além disso, circularam relatos e críticas de que ele comprou um carro de luxo com recursos que alguns seguidores pensavam estar a doar para a construção das arcas. 

A surpreendente participação dele num concerto de grande escala, no próprio dia em que o mundo supostamente acabaria, transformou o episódio numa mistura de espectáculo e ridículo nas plataformas sociais, gerando mensagens humorísticas, descrença e críticas de muitos comentadores.

Mas qual é a lição mais importante aqui?

🔹 Primeiro, fé não é desculpa para desinformação. A história bíblica de Noé é um símbolo espiritual, não um manual para previsões literais dos nossos tempos modernos.

🔹 Segundo, quando líderes se aproveitam da fé das pessoas para promover agendas ou enriquecer-se, as consequências podem ser reais e perigosas, desviando energia, tempo e recursos que poderiam ser usados para educação, saúde, criação de pequenas empresas ou soluções concretas para a vida das comunidades.

🔹 Terceiro, acreditar em mensagens apocalípticas repetidas vezes aliena as pessoas da necessidade urgente de construir economias sustentáveis, democratizar oportunidades e combater a pobreza de forma prática.

Nas redes, muitos comentários ironizaram a situação. Algumas pessoas destacaram que nenhum homem sabe o dia ou a hora do fim — ensinamento que deveria inspirar prudência e senso crítico — e outros realçaram que seria melhor aplicar a fé na criação de soluções palpáveis para os problemas que enfrentamos colectivamente. 

👉 A verdadeira salvação de África não virá de profecias milagrosas, mas de nós mesmos: com educação, inovação, verdade e esforço colectivo. Não deixes que palavras vazias te desviem do caminho de construir um futuro melhor — para ti, para a tua família e para a tua comunidade.

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