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DA FAMÍLIA EM ISRAEL AO IMPÉRIO RELIGIOSO EM ÁFRICA

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Quando o Cristianismo Deixou de Ser Fé e Se Tornou Negócio “ Christianity left Israel as family, went to England as a religion and ended up in Africa as a business.” Esta frase curta, desconfortável e profundamente reveladora circula há anos como provocação intelectual. Mas será apenas uma hipérbole amarga ou uma síntese histórica brutalmente honesta? Quando observamos o percurso do Cristianismo ao longo dos séculos, percebemos que esta afirmação não é gratuita — ela é um espelho. Este artigo não é um ataque à fé, nem uma negação da espiritualidade cristã. É, antes, uma reflexão crítica sobre como uma mensagem espiritual simples foi progressivamente capturada por estruturas de poder, interesses económicos e mecanismos de exploração, sobretudo em África. 1. Israel: o Cristianismo como experiência familiar e comunitária O Cristianismo nasce em Israel, não como instituição, mas como vivência íntima. Jesus de Nazaré não fundou igrejas, não criou hierarquias, não cobrou dízimos, nem pr...

Não clareie sua pele. Tenha orgulho da sua melanina.

A beleza desta imagem transcende padrões superficiais. A pele rica em melanina brilha com elegância, contrastando de forma sublime com o branco puro das vestes.

Cada olhar transmite força, orgulho e ancestralidade. A harmonia entre os tons naturais e a serenidade do ambiente reforça uma mensagem poderosa: a beleza negra não precisa de retoques, pois já é arte por si só.

SANBONANI BAKWETHU: "Caros africanos, promovam o que vocês amam em vez de criticar o que vocês odeiam".


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