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POSITIVIDADE CORPORAL OU GLORIFICAÇÃO DA OBESIDADE?

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Até onde vai o “amor próprio” quando o corpo vira espetáculo? Nos últimos anos, as redes sociais transformaram-se num palco permanente de exibição corporal. Uma foto como esta – uma mulher de pele negra, de costas, com um rabo e quadris que parecem desafiar as leis da anatomia, sentada numa bancada de casa de banho – torna-se viral em minutos. Para uns, é empoderamento puro: “Amo o meu corpo como ele é!”. Para outros, é apenas mais um exemplo de como o movimento da positividade corporal descarrilou e passou a glorificar algo perigoso: a obesidade . O movimento da positividade corporal nasceu com boas intenções. Surgiu para combater a gordofobia , a discriminação contra pessoas com corpos fora do padrão magro imposto pela indústria da moda e da publicidade. A ideia era simples: todo o corpo merece respeito, independentemente do tamanho. Ninguém deve ser humilhado por ser gordo. Até aqui, tudo bem. O problema começa quando o “amor próprio” vira desculpa para ignorar factos científicos...

Por que é que conteúdos non sense são mais populares que conteúdos educativos?

<<Recapitulando>>

Estava num dos meus grupos do Whatsapp quando me deparei com o vídeo da imagem deste post. E o um dos membros fez um comentário irónico, dizendo que o a música do vídeo era muito boa e a qualidade era das melhores, assim como parabenizou o artista pela criatividade...

Me fartei de rir enquanto escutava e assistia repetidamente, até um internouta estranho invadir o meu pvt e perguntar se teria uma resposta para a questão seguinte: 

"Por que é que conteúdos non sense são mais populares que conteúdos educativos?"

Pois com razão, faz tempo que o país empenha-se em assuntos corriqueiros, como os que mais são da afeição do Fred Jossias e entre outros nomes e do entretenimento moçambicano. Aliás, nada contra eles é outros programas de distração popular. Pois até há governos que investem mais nesses programas e eventos para distrair seus povos, de modo que não se foquem em assuntos meramente sensíveis e de carácter nacional.

Até alguns promovem o medo e limitações do envolvimento das massas e engajamento juvenil em assuntos que importam, alegadamente por serem sensíveis a segurança nacional ou mesmo dizendo que há quem deve tratar disto ou daquilo pois são pessoas indicadas e etc.

Mas prontos chega de rodeios. Pois assuntos pesados só mentes brilhantes podem mexer e nesse quesito, podemos ter dos mais palhaços e académicos ou iletrados sábios, cada um sabe como fazer chegar a mensagem. Ou melhor, até algum dito sem mensagem tem alguma informação a fazer chegar voluntariamente ou acidentalmente. Explicamos à seguir os motivos 

Uma vez que a popularidade de conteúdos "non sense" ou simplesmente 'sem sentido' em relação a conteúdos educativos pode ser explicada por diversos factores. Uma possível razão é que o "non sense" ou sem sentido, na tradução crua, é frequentemente utilizado como uma forma de humor perturbado e sem sentido, que pode aparecer em diversas artes. 

O non sense desafia as convenções e expectativas do público, estimulando a criatividade e a imaginação. Ele permite que os artistas e escritores explorem novas possibilidades e quebrem as regras estabelecidas. Além disso, o non sense pode ser uma forma de crítica social, questionando os valores e normas da sociedade. 

Por outro lado, conteúdos educativos podem ser considerados menos atraentes ou menos divertidos em comparação com conteúdos non sense. No entanto, é importante lembrar que conteúdos educativos são essenciais para o desenvolvimento intelectual e cognitivo das pessoas. 

Eles ajudam a expandir o conhecimento e a compreensão do mundo, além de fornecer habilidades e ferramentas para lidar com problemas e desafios. Ao menos até aqui, espero ter feito chegar a intenção com uma chamada de atenção às críticas dos contra e prós, no sentido de termos moderação ao avaliar os casos. 

Entretanto, embora o non sense possa ser mais popular em alguns casos, é importante reconhecer o valor dos conteúdos educativos e o papel fundamental que eles desempenham na sociedade. Ou ainda podesse fazer proveito mútuo nisso. O que mais alicia aos promotores e autores do nonsense, são os lucros por detrás disso e relação aos conteúdos de bom senso. 

Saudações

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