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MEDITERRÂNEO OU TÚMULO DOS AFRICANOS DESESPERADOS NOS SEUS PAÍSES

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Quem culpar quando África falha aos seus? Por Elias Marcos Dave O Mediterrâneo tem sido, nos últimos anos, palco de uma tragédia silenciosa, mas profundamente humana. Em 2026, os números são alarmantes: quase mil mortos ou desaparecidos só nos primeiros meses. Para muitos cidadãos africanos, incluindo moçambicanos que acompanham o fenómeno à distância, a pergunta que ecoa nas conversas de rua e nas redes sociais é incómoda, mas necessária: “Será que esta sangria não começa, antes de tudo, pela despreocupação dos nossos próprios dirigentes em construir uma África próspera?” Este artigo não pretende dar respostas fáceis, mas sim abrir a caixa negra de um debate que muitos preferem evitar. A rota da morte como espelho da desilusão A travessia do Mediterrâneo Central, que liga a Líbia e a Tunísia à Itália ou Malta, consolidou-se como a mais mortal do mundo. Em 2026, o aumento de mortes nesta rota ultrapassou os 150% em comparação com o mesmo período de 2025. Por trás de cada estatística, ...

A DESCOBERTA QUE PODE ABALAR A CIÊNCIA, SE FOR VERDADE

O Veneno da Abelha-Melífera Destrói Cancro da Mama em Minutos

Sem vontade de partilhar reflexões e observações do dia-a-dia, houve um motivo que forçosamente interessou lançar aos demais, que talvez desperte alguma agenda para se envolver pesquisas e ajudar muita gente, se for verdade. 

O mundo científico pode estar à beira de uma revolução no tratamento do cancro. Investigadores descobriram que o veneno da abelha-melífera é capaz de destruir 100% das células mais agressivas do cancro da mama em menos de 60 minutos. A chave deste poder extraordinário é a melitina, um composto natural presente no veneno das abelhas-melíferas — e ausente no veneno dos zangões.

Em testes realizados em laboratório, os cientistas aplicaram o veneno sobre diferentes tipos de células de cancro da mama. O resultado impressionou: a melitina actua como uma arma de precisão, abrindo microperfurações nas membranas das células tumorais e levando-as à morte rápida. O mais surpreendente é que as células saudáveis permanecem praticamente intactas, sugerindo um potencial terapêutico com muito menos efeitos colaterais do que quimioterapia ou radioterapia.

A melitina mostrou-se especialmente eficaz contra dois dos tipos mais difíceis de tratar: o cancro da mama triplo-negativo e o HER2-enriquecido. Esta propriedade coloca o composto natural como um dos candidatos mais promissores para terapias direccionadas e mais seguras.

Actualmente, investigadores procuram formas de controlar e aplicar este poder de maneira segura — seja através de nanopartículas, seja por versões sintéticas que possam ser transformadas em medicamentos futuros. Embora ainda haja um longo caminho até ensaios clínicos, esta molécula natural das abelhas pode vir a tornar-se uma das mais poderosas armas na luta global contra o cancro.

Fonte: Park, Min Ho, et al. “Melittin as a Potential Therapeutic Agent: Anti-Cancer Properties and Mechanisms of Action.” Cancers, vol. 15, no. 4, 2023, p. 1023. MDPI.



Comentários

  1. Bem haja essa descoberta.

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  2. A ser verdade seria uma grande descoberta faltando apenas o do colu do útero e próstata.

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