O DESPERDÍCIO GENÉTICO E CULTURAL BRUTAL
O Que é Impensável que Esteja Acontecendo Com Nossos "Queridos" no Estrangeiro?
Na primeira possibilidade seria imaginar que haja muita violência sobre os imigrantes africanos, em particular. Mas fora da raiva que os nativos podem ter sobre um imigrante, alguns sobrevivem nas piores situações morais, que até frustram as respectivas 'daquelas' musas por ela, que quando pensam num africano, olha pela satisfação sexual, por exemplo, um homem com 'H' e c**hões no lugar. E longe da enfeminação do seu curpo. Nada contra preferências, mas dissequemos esse lado da sobrevivência que incomoda tanto africanos deste lado, quanto algumas mulheres doutros lado.
O desperdício genético e cultural de jovens africanos na Europa. Triste realidade.
Em Moçambique e em grande parte de África, as famílias juntam dinheiro com muito sacrifício para mandar um filho jovem, forte e capaz atravessar o mar em busca de uma vida melhor. Vendem bens, pedem emprestado e depositam todas as esperanças num homem que se espera que trabalhe duro, mande remessas, construa algo e puxe o resto da família. Outros nem por isso, saem como aventureiros, como batalhadores, sós ou a convite de alguém lá.
Há vários destinos e propósitos que já circularam nas televisões nacionais. Desde os desafios e outras situações, entre oportunidades e esperanças de um futuro melhor lá, ou seja lá onde for excepto África do Sul ou na África em geral, mas longe deste cenário cá onde o caos impera. Infelizmente, além de tudo não ser mar de rosas, enquanto uns assumem ser favoritos em relações forçadas com idosos e até outras oportunidades incumuns, as piores não passam de virar um depósito de escrotos ou objectos sexuais.
Aliás, do que já vimos em canais informais basta e além de triste, também é vergonhoso. Esperamos que os manos e manas que vão para estrangeiro, tragam tecnologias e experiências de como resolver o problema de cá de casa. Mas em contra partida escapam vídeos e imagens que custam traduzir aos mais novos, sobre a actual situação dos tios no estrangeiro. É impensável, porém, também compreensível que a fome longe de casa nos abriga a ter outras abordagens para superar.
Mas a realidade que se vê hoje é dolorosa.
Só em 2026, já morreram ou desapareceram quase mil pessoas no Mediterrâneo, a maioria jovens africanos na rota central. Milhares de famílias viram o seu investimento humano e financeiro afundar literalmente no mar. E para aqueles que conseguem chegar?
Repetindo, vemos vídeos como o de um tipo com físico de guerreiro — costas largas, ombros potentes, corpo esculpido de quem podia ser um exemplo de força masculina — a fazer danças efeminadas, poses de stripper e palhaçadas com as mãos abertas no ar, como se estivesse num palco de diversão. Um corpo que grita “macho” a comportar-se de forma que, aqui em Moçambique, chamamos diretamente de boiola.
O contraste é ridículo e triste ao mesmo tempo. Um homem com tudo para projectar respeito, liderança e presença decide, em vez disso, exibir-se como maricas num beach club europeu, enquanto a família que ficou para trás sofre as consequências da viagem arriscada.
Isso não é só um caso isolado. Cada vez mais se nota, na diáspora africana na Europa, a absorção rápida dos piores comportamentos da cultura ocidental atual: efeminização, exibicionismo sem vergonha e perda total de postura masculina. O que se esperava deles era força, responsabilidade e honra. O que muitos entregam é palhaçada.
Do outro lado, muitas mulheres — tanto em África como na Europa — andam frustradas. Dizem que os machos de verdade estão a tornar-se raros. Guerras, violência, acidentes, prisão, drogas e agora esta onda de homens que rejeitam a própria masculinidade estão a desequilibrar tudo. Mulheres boas querem homens fortes, provedores e com caráter, mas encontram cada vez menos.
O resultado é um desperdício brutal, ao mesmo tempo genético e cultural.
Genético porque se perde ou se desvirtua o potencial de homens saudáveis e bem constituídos.
Cultural porque se troca a honra e a responsabilidade africanas por palhaçadas que não dignificam ninguém.
É tempo de olhar para esta realidade sem rodeios. Morrer no mar ou sobreviver para vir fazer figura de palhaço não é “sobreviver com honra”. É desperdiçar o sacrifício de quem ficou cá e o potencial que Deus ou a natureza te deu.
Moçambique e África precisam de homens que sejam machos na prática, não só na aparência. Homens que carreguem responsabilidade, que protejam, que construam e que honrem o nome da família.
O resto é só ilusão cara e trágica.
Relacionados:

Comentários
Enviar um comentário