COMO PROTEGER AS NOSSAS FILHAS DO MUNDO QUE AS DEVORA?
Um Alerta que Nenhum Pai Moçambicano Pode Ignorar Numa tarde qualquer em Maputo, um pai abre o telemóvel e o coração para. Ali, no ecrã, uma rapariga que podia ser a sua filha, ainda com o uniforme da escola, faz coisas que nem o mais cruel dos pesadelos ousaria inventar. Noutra esquina do país, uma menina de 14 anos é entregue em casamento a um homem com o triplo da idade. No lar que devia ser refúgio, a violência chega disfarçada de “disciplina” ou de “amor”. E o pai, a mãe, ficam paralisados: como é possível que o mundo lá fora esteja a engolir as nossas filhas enquanto ainda são crianças? Esta não é uma história distante. É a nossa realidade moçambicana, cruamente exposta nas redes, nos tribunais e, pior ainda, dentro de muitas casas. O mundo mudou. O que antes se escondia nas sombras agora viraliza em segundos. E as raparigas, com a inocência ainda intacta, pagam o preço mais alto. O veneno invisível que entra pela porta do telemóvel As filhas de hoje crescem com um mundo inteiro...